Escolha a sua teoria...

sábado, 1 de setembro de 2012

T4 - E2 – Tétrades/Campo harmônico com tétrades

  • Tétrades são acordes de quatro sons, também conhecidos como acordes de sétima.
  • Isso equivale a dizer que são tríades acrescidas de uma sétima (maior, menor, aumentada ou diminuta) da tônica do acorde.
  • Outra forma de pensar a formação das tétrades é continuar com a sobreposição de terças (maiores ou menores) que formam as tríades: lá - dó# - mi - sol# é uma tétrade, o acorde de Lá Maior com a sétima maior (ou A7+ nas revistinhas).
  • O funcionamento dos campos harmônicos maiores e menores com as tétrades pode ser entendido como uma extensão da forma dos campos harmônicos feito com tríades.
  • A única diferença é mesmo a adição da sétima a cada acorde de cada grau do campo harmônico, seja ele maior ou menor.
  • Obs.: Na questão 02, nós temos algumas tétrades que estão invertidas. Para resolvê-las, usem o mesmo raciocínio que aprendemos em Teoria III, para a inversão das tríades. Por exemplo, em Lá Maior, o terceiro acorde do exercício é um fá com sétima, e a sua cifra é "vi7 (1ª Inv.)".     

Para estudar:

Página 348 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.)
http://www.youtube.com/watch?v=-M0pNfIFwvM
http://www.youtube.com/watch?v=HwvSnkX4MT4
http://www.youtube.com/watch?v=FsL94vqvM2E

T3 - E2: Inversão de tríades

  • Existem três formas de arrumação das notas de uma tríade
  • A tríade na posição fundamental (PF) tem a própria tônica do acorde como nota mais grave
  • Por exemplo: Ré Maior na PF -> ré - fá# - lá
  • A tríade na primeira inversão (1ª inv.) tem a terça do acorde como nota mais grave
  • Por exemplo: Ré menor na 1ª inv. -> fá - lá - ré
  • A tríade na segunda inversão (2ª inv.) tem a quinta do acorde como nota mais grave
  • Por exemplo: Fá Maior na 2ª inv. -> dó - fá - lá
  • A dica para identificar um acorde invertido (na 1ª ou 2ª inv.) é rearrumar as suas notas de tal forma que se obtenha um acorde na posição fundamental, ou seja, formado por terças sobrepostas. 
  •  Qual o primeiro acorde da questão 01 do exercício abaixo, por exemplo? 
  • Para responder, basta seguir o passo a passo:
  1. Rearrumar o acorde para ficar em terças sobrepostas (só há uma forma): fá - lá - dó
  2. Este é o acorde de fá maior, pois fá é a tônica, lá é a terça maior de fá e dó é a sua quinta justa.
  3. Ok, então o acorde é uma tríade de fá maior.
  4. Como, no exercício, o lá, que é a terça do acorde, é a nota mais grave, então o acorde está na 1ª inv.
Para estudar:
Página 284 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.)
http://www.youtube.com/watch?v=GKHe1iVel8w





T1 - E2 – Linhas e espaços suplementares

  • Linhas e espaços suplementares são uma continuação das linhas e espaços do pentagrama.
  • Servem para escrever notas mais graves ou mais agudas do que aquelas comportadas dentro das cinco linhas e quatro espaços da pauta.
  • A lógica da distribuição das notas continua a mesma, de acordo com a clave escrita.
  • As linhas e espaços abaixo do pentagrama (notas mais graves) são chamados: linhas e espaços suplementares inferiores.
  • Acima do pentagrama (notas mais agudas) são chamados: linhas e espaços suplementares superiores.
Para estudar:
http://www.youtube.com/watch?v=qc0fqMqgCms
Página 14 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.)


T2 - E2 – Tonalidades relativas

  • Escalas maiores representam tonalidades maiores.
  • Uma música na tonalidade de Si bemol Maior, por exemplo, é construída utilizando basicamente a escala de Si bemol Maior.
  • Cada tonalidade maior tem uma tonalidade relativa menor (que se baseia, por sua vez, em uma escala menor – que veremos mais tarde) e vice-versa.
  • As tonalidades relativas são como tonalidades irmãs, e vamos entender, mais a frente, as diversas relações e proximidades entre elas.
  • Por enquanto, o importante é conseguir identificá-las:
Para descobrir qual a relativa de uma tonalidade maior, siga os passos abaixo:
  1. Construa a escala da tonalidade maior em questão.
  2. Identifique o sexto grau da escala.
  3. A relativa da tonalidade em questão será a tonalidade menor representada por esta nota.
  4. Exemplo: qual a relativa de Mi Maior?
  • A escala de Mi maior é (lembre da fórmula de tons e semitons): mi - fá# - sol# - lá - si - dó# - ré# - mi
  • O sexto grau desta escala é a nota dó#
  • Assim, a tonalidade relativa de Mi Maior é Dó# menor (o que equivale a dizer que a relativa de Dó# menor é Mi Maior)
Para descobrir qual a relativa de uma tonalidade menor, por sua vez, siga os passos abaixo:
  1. Pergunte-se: "de qual escala maior a nota que dá nome a esta tonalidade seria o sexto grau?"
  2. Para ter a resposta, basta construir os dois últimos passos da f'órmula da escala maior, a partir da nota em questão: tom + semitom
  3. Isso também equivale a dizer que a relativa de uma tonalidade menor está um tom e meio acima desta.
  4. Exemplo: qual a relativa de Mi bemol menor?
  • Se eu andar um tom e meio acima de Mi bemol, encontrarei a resposta.
  • Mi bemol + um tom acima = Fá
  • Fá + um semitom acima = Sol bemol
  • Assim, a relativa de Mi bemol menor é Sol bemol Maior.
OBS.: há outras formas de descobrir as tonalidades relativas, que são vistas com base em assuntos que veremos no decorrer da disciplina. Que tal experimentar? (cuidado para não confundir!)

Para estudar:
Páginas 133 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.) – há uma explicação sobre tonalidades relativas.
http://www.youtube.com/watch?v=95J6NnLQhJo