sexta-feira, 23 de novembro de 2012

T3 - E8: Tons Vizinhos e Afastados



Exercício sobre Tons Vizinhos e Afastados


- Tons Vizinhos: São os tons que contêm a mesma armadura de clave, ou que têm um acidente a mais ou a menos, em relação ao tom principal.


- Os tons vizinhos podem ser diretos ou indiretos:
                                
                                     - Diretos: São os tons pertencentes ao quarto grau (IV) e ao quinto grau (V) do tom principal, além da própria tonalidade relativa deste.

                                     - Indiretos: Os tons relativos do quarto grau e do quinto grau da tonalidade principal.


- Por exemplo, na tonalidade de Mi Maior, seus tons vizinhos diretos são: Dó # menor (relativo de Mi Maior), Lá Maior (quarto grau - IV) e Si Maior (quinto grau - V). Seus tons vizinhos indiretos são: Fá # m (relativo do quarto grau) e Sol # menor (relativo do quinto grau). Já na tonalidade de Dó Maior, seus tons vizinhos diretos são: Lá menor (relativo de Dó Maior), Fá Maior (quarto grau - IV) e Sol Maior (quinto grau - V), e seus tons vizinhos indiretos são: Ré menor (relativo do quarto grau) e Mi menor (relativo do quinto grau).

- Quando se tratar de um tom menor, a regra é a mesma. Por exemplo, em Si menor, seus tons vizinhos diretos são: Ré Maior (relativo de Si menor), Mi menor (quarto grau - iv) e Fá # m (quinto grau - v). Seus tons vizinhos indiretos são: Sol Maior (relativo do quarto grau) e Lá Maior (relativo da quinto grau).

- Tons Afastados: São os tons que contêm dois ou mais acidentes (a mais ou a menos), em relação ao tom principal, ou que tem acidentes diferentes. Exemplos: Lá Maior (três sustenidos na armadura) e Sol Maior (um sustenido na armadura). Ré Maior (dois sustenidos na armadura) e Sol menor (dois bemóis na armadura).


Bom estudo, e até sábado!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

T1 e7 Clave de Fá e Acidentes.



A clave de fá designa que a quarta linha do pentagrama (de baixo para cima) é a nota fá. Lembrando da ordem das sete notas musicais na escala (dó - ré - mi - fá - sol - lá - si), a posição das outras notas no pentagrama fica fácil de deduzir. (roubado de você)

Existem 7 notas musicais, e elas são: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si.
Mas o que nunca nos contaram é que entre cada uma dessas notas existem outras notas, que no piano são facilmente identificadas pelas teclas pretas: essas notas são chamadas de acidentes.

# sobre a nota uma vez
b desce a nota uma vez

X sobe a nota duas vezes
bb desce a nota duas vezes

Cada nota tem, então, o seu acidente correspondente: Dó# está um passo acima do Dó; Fá# está um passo acima do Fá; já Solb está um passo abaixo do Sol; Note que Fá# e Solb são a mesma nota, mas com nomes diferentes (um é o Fá subindo e o outro é o Sol descendo).
Então temos Dó, Dó#, Ré, Ré#, Mi, Fá, Fá#, Sol, Sol#, Lá , Lá #, Si, Do.
                   Dó, Réb, Ré, Mib, Mi, Fá, Solb, Sol, Láb, Lá, Sib, Si, Do
Note que entre o Mi e o Fá e entre o Si e o Dó não há nota acidentada. Mas isso não quer dizer que não extista Mi# e Si# ou Fáb e Dób.












T2 e8 Inversão de intervalos


Inversão de Intervalos.


Inverter um intervalo consiste em mudar a posição das duas notas,ou seja, a nota mais grave passa a ser a mais aguda,
e a mais aguda passa a ser a mais grave.

Os intervalos maiores se tornam menores
os intervalos menores se tornam maiores
os intervalos aumentados se tornam diminutos
os intervalos diminutos se tornam aumentados
os intervalos justos, permanecem justos

A soma do intervalo invertido com o original será igual a 9
Ou seja se eu tenho uma 3° maior, a sua inversão será 6° menor, porque 3 + 6  é igual 9 e o que era maior agora é menor.
Se tenho uma 4° justa sua inversão será uma 5° justa, pois  4 + 5 é igual a 9 e as justas permanecem justas.
  
Quando você se deparar com um intervalo muito grande, basta invertê-lo, classificá-lo e, baseado nas dicas acima, achar qual o intervalo original.














Quanto a dúvida das justas tá aqui a explicação ! Porém digo que não vai ser muito pra nossa prática.

http://to-campos.planetaclix.pt/harmon/afinatural/afinatural.htm

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

T2 E7 Intervalos

















Intervalo é a distância entre duas notas. Mede-se contando a partir da mais grave.
Os intervalos podem ser definidos por; classificação, tipo e qualidade.

Classificação: existem 2 classificações de intervalo, harmônico ou melódico.
Intervalo harmônico: Se tocarmos 2 notas simultaneamente, temos um intervalo harmônico. 
Intervalo Melódico: Se tocarmos 2 notas sucessivamente, temos um intervalo melódico

Tipos: Saberemos o tipo do intervalo observando o nome das notas sem considerar suas alterações. 
por Ex: Ré e Fá entre ré e fá temos o mi, logo Ré(1) Mi(2) Fá(3), temos uma terça. 


Os intervalos simples estão dentro do limite de uma oitava
Os intervalos simples são: Uníssono, Segunda, Terça, Quarta, Quinta, Sexta, Sétima, Oitava.
Os intervalos compostos são: Nona, Décima, Décima primeira, Décima segunda, Décima terceira, Décima quarta, Décima quinta.


Qualidade: 
Conseguimos descobrir a qualidade do intervalo a depender dos tons e semitons que eles tiverem.
A qualidade só conseguimos saber depois que nós já descobrimos o tipo de intervalo pois alguns 
intervalos são enarmônicos.
(possuem mesma quantidade de semitons porém o tipo de intervalo são diferentes).


St= Semitom  


Uníssono: J ( 0 st)
segunda: menor (1 st) maior (2st)
terça: menor (3 st) maior (4 st)
Quarta: Justa (5 st) aumentada (6st)
Quinta: Diminuta (6st) Justa (7 st) Aumentada (8 st)
Sexta: menor (8 st) maior (9 st) 
Sétima: diminuta (9 st) menor (10 st) maior (11 st)
Oitava  J (12 st)

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

T4 - E8: Modulação e Tonicalização (+ exercícios 2.0)





Moçada teórica, aí estão mais modulações para serem resolvidas. O primeiro exercício está resolvido, como forma de consulta para resolver os próximos. Abraços e até sábado!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

T4 - E6: Modulação e Tonicalização II (exercícios)

 



Olá, turma. Como falamos em sala, a partir de agora teremos exercícios apenas sobre modulação e tonicalização, que é o nosso último assunto de harmonia, do programa. Acima temos exercícios no mesmo tipo que vimos em sala. São progressões com modulações por acorde pivô. A primeira progressão está resolvida, como forma de consulta para vocês resolverem a segunda e a terceira. Qualquer dúvida, enviem para andrepfidelis@terra.com.br, ou guardem para a aula. 

Grande abraço, e até sábado!
  
Ps: O resumo sobre modulação está no post "modulação e tonicalização I".

T3 - E7: Modos Litúrgicos




Exercício sobre Modos Litúrgicos.


-  Modos Litúrgicos (ou Modos Gregos): Sucessões de sons (ou escalas) utilizadas em diversas regiões da Grécia Antiga. Cada região tinha o seu modo característico, intitulado com o nome da própria região.

-  Os Modos São: Jônio (Região da Jônia), Dórico (Região da Dória), Frígio (Região da Frígia), Lídio (Região da Lídia) e Eólio (Região da Eólia). Posteriormente, foram criados os modos: Mixolídio (uma junção dos modos Lídio e Dórico) e o Lócrio (que será explicado nos próximos tópicos).
-  Há diversas formas de aprendermos e identificarmos os modos. São elas:

          Por distâncias de tom:

                      T - T - st - T - T - T - st: Jónio
                      T - st - T - T - T - st - T: Dórico
                      st - T - T - T - st - T -T: Frígio
                      T - T - T - st - T - T - st: Lídio
                      T - T - st - T - T - st - T: Mixolidio
                      T - st - T - T - st - T - T: Eólio
                      st - T - T - st - T - T - T: Lócrio
 
          Por intervalos (a partir da tônica):

                     1J 2M 3M 4J 5J 6M 7M : Jônio
                     1J 2M 3m 4J 5J 6M 7m : Dórico
                     1J 2m 3m 4J 5J 6m 7m : Frígio
                     1J 2M 3M 4+ 5J 6M 7M : Lídio
                     1J 2M 3M 4J 5J 6M 7m : Mixolídio
                     1J 2M 3m 4J 5J 6m 7m : Eólio
                     1J 2m 3m 4J 5° 6m 7m : Lócrio


- É interessante aprender os Modos Litúrgicos de acordo com a ordem descrita acima (Jônio, Dórico, Frígio, etc..). Por quê? Se tomarmos a escala de Dó Maior como base, e construirmos novas escalas utilizando cada nota da escala de Dó como tônica (Ex: de Dó à Dó, de Ré à Ré, de Mi à Mi, e etc), sem colocar nenhuma alteração, teremos todos os modos construidos, na ordem descrita acima. Por isso o modo Lócrio foi criado: Para que a última nota da escala diatônica também tivesse o seu modo específico.

- Então, se construirmos os modos a partir de Dó Maior, teremos as seguintes escalas:

              Dó Jônio: Dó - Ré - Mi - Fá - Sol - Lá - Si
              Ré Dórico: Ré -  Mi - Fá - Sol - Lá - Si - Dó
              Mi Frígio: Mi - Fá - Sol - Lá - Si - Dó - Ré
              Fá Lídio: Fá - Sol - Lá - Si - Dó - Ré - Mi
              Sol Mixolídio: Sol - Lá - Si - Dó - Ré - Mi - Fá
              Lá Eólio: Lá - Si - Dó - Ré - Mi - Fá - Sol
              Si Lócrio: Si - Dó - Ré - Mi - Fá - Sol - Lá

- Notem que não há nenhuma alteração (bemol ou sustenido) em nenhuma das escalas. Partindo do modo Jônio em Dó, podemos construir todos os outros, tomando este como base.

- Exemplos: Se quisermos o Dó jônio, teremos as notas: Dó - Ré - Mi - Fá - Sol - Lá - Si. Ou seja, teremos a escala comum de Dó Maior. Mas se quisermos o modo Dó Frígio, teremos as seguintes notas: Dó - Ré b - Mi b - Fá - Sol - Lá b - Si b. Se quisermos o Lá Eólio, teremos as notas: Lá - Si - Dó - Ré - Mi - Fá - Sol, ou seja, teremos a escala de Lá menor natural. Mas se quisermos o modo Lá Lídio, teremos as notas: Lá - Si - Dó # - Ré # - Mi - Fá # - Sol #. E assim por diante, com qualquer escala, em qualquer modo...

- É importante mencionar: dentre os modos litúrgicos, há aqueles que são classificados como modos maiores ou menores. Os modos que têm intervalo de 3ª Maior  à partir da tônica, são os modos maiores (Ex: Jônio, Lídio, Mixolídio). Os que tem intervalo de 3ª menor, são modos menores (Ex: Dórico, Frígio, Eólio, Lócrio).
Bom estudo, e até sábado!


Ps: Vocês podem utilizar o programa "GNU Solfege", que funciona como um esquema de "perguntas e respostas" com escalas, modos, intervalos e muitas outras coisas (mas, como veremos os modos na nossa aula, procurem utilizar para o assunto). Ele é bastante simples de usar. Podem baixá-lo neste site: http://www.baixaki.com.br/download/solfege.htm.







         
 
        








sexta-feira, 19 de outubro de 2012

T4 - E5: Harmonia III (Modulação e Tonicalização I)






- Modulação e Tonicalização:

              -  Processos semelhantes, para um fenômeno musical comum (mudança de tom, em momentos curtos ou longos de uma progressão fundamental, podendo ou não retornar a tonalidade inicial).

             - A diferença entre os dois é que a modulação tem uma cadência ("V - I", "viiº - I" e derivados) que confirma a nova tonalidade, enquanto que a tonicalização carece dessa confirmação, e apenas sugere a mudança, sem contudo efetivá-la.


- Para identificar uma modulação:

     1º:   Localizar, na progressão fundamental, o acorde com algum acidente/alteração que não faz parte da tonalidade inicial.
             
    2º: Observar os acordes posteriores a ele e analisá-los, de forma  a construir progressões fundamentais (tais como I - ii - V - I e suas respectivas variações). Este processo ajudará a descobrir para qual tonalidade se modulou.

    3º: Uma vez descoberta a progressão acima citada (no 2º passo), descobrir o acorde pivô da modulação. O que é "acorde pivô"? É o acorde que servirá tanto para a tonalidade inicial, como para a tonalidade que se modulou. Este acorde estará, em todos os casos, antes do acorde que contém alterações. 

            4º: Para cifrar o acorde pivô, fazemos da seguinte forma:   I |    (Ex.: em Dó,   I , onde Fá Maior é a nova tonalidade, e o "V" é o seu grau).                                       I=X: IV                               I=F: V
                                                                                                     
    5º (ocasional): se houver mais de um acorde com alterações fora da tonalidade inicial, repetir o processo citado acima.






domingo, 7 de outubro de 2012

T1 - E5: Ligadura e ponto de aumento

  • Existem dois tipos de ligaduras: 
  • Ligadura de expressão – envolve notas de alturas diferentes e indica uma maneira de específica de tocar para o músico. 
  • Ligadura de prolongamento – envolve duas ou mais notas subsequentes de mesma altura – soma os tempos das figuras de valor que estão ligadas.
  • Um ponto de aumento, escrito ao lado de uma figura de valor, soma a sua duração com a metade do valor da nota. Exemplo: mínima com ponto de aumento = uma mínima (a própria figura que está escrita) ligada a uma semínima (metade de seu valor).
Para estudar:

- Página 39 do Teoria da Música, de Bohumil Med (4ª ed.)
- http://www.youtube.com/watch?v=JRwZ7yglHDA



domingo, 30 de setembro de 2012

T4 - E4: Harmonia II (Dominante Secundária)






 
- Agora que vimos progressão fundamental, já estamos aptos para construir e identificar dominantes secundárias.

- Dominantes Secundárias são acordes que, a princípio, não fazem parte do campo harmônico de uma determinada progressão. Eles aparecem na progressão para exercer o papel de dominante do acorde que vem a seguir.

- O acorde de dominante secundária tem a principal função de preparar a entrada do próximo acorde, através da cadência V - I, só que neste caso, em vez de seguir para o I, pode ir para qualquer grau. Mas o acorde anterior a este grau tem de ser a dominante dele (ou seja, será um acorde fora do campo harmônico original). 

- Para cifrar uma dominante secundária, faz-se dessa forma: V/grau (Ex: V/iii, V/V, V/vi)

- Tomemos como exemplo a progressão I - ii - V - I, em Dó Maior (no caso, acordes de Dó M, Ré m, Sol M e Dó M). Podemos adicionar uma dominante secundária nesta progressão, antes do ii. Ficará então assim: I - V/ii - ii - V - I (no caso, acordes de Dó M, Lá M, Ré m, Sol M e Dó M). O acorde de Ré m é agora precedido pela sua dominante, Lá M (acorde este que não faz parte do campo harmônico de Dó Maior).

- Ele é chamado de dominante "secundária" justamente por este fator: em qualquer tonalidade, nós temos a dominante desta, ou seja, a sua dominante primária (Ex: Si M, dominante de Mi M). Mas quando se usa um acorde "emprestado" de outra tonalidade, logo, ele será um acorde secundário, pois não faz parte daquele campo harmônico. O acorde de dominante secundária dá a idéia de que a progressão foi, momentaneamente, para outra tonalidade.





T3 - E4: Campo harmônico I


 
Obs. (Questão 02): As tonalidades menores estão baseadas na escala menor primitiva.


- Campo harmônico: Agora que vimos tríades, escalas (maiores e menores), e ciclo das quintas, podemos construir e identificar um campo harmônico.

- Ao realizarmos o processo  de construir triades (terças sobrepostas) com os graus  de uma determinada escala, notaremos que a natureza das tríades (maior, menor, diminuto) seguirá sempre o mesmo padrão e ordem.

- Em tonalidades maiores, este padrão é o seguinte: I - ii - iii - IV - V - vi - viiº . As letras maiúsculas indicam que a tríade é maior; minúsculas, tríades menores. O círculo no sétimo grau indica que ele é diminuto.

- Por exemplo, se fizermos o campo harmônico de Ré Maior, ficará desta forma: Ré M (I), Mi m (ii), Fá # m (iii), Sol M (IV), Lá M (V), Si m (vi) e Dó # dim. (viiº).

- Em tonalidades menores, o padrão é o seguinte: i - iiº - III - iv - v - VI - VII.

 - Exemplo: ao construir o campo harmônico de Mi m, teremos as seguintes tríades: Mi m (i), Fá # dim. (iiº), Sol M (III), Lá m (iv), Si m (v), Dó M (VI) e Ré M (VII)

- Nas tonalidades menores, porém, há alguns fatores importantes: O padrão demonstrado acima é de um campo harmônico com base na escala menor primitiva. Vimos, no entanto, que além da menor primitiva, existem as escalas menores harmônica e melódica. Obviamente, se construirmos um campo harmônico com estas escalas, os graus alterarão o seu padrão.

- Por exemplo, se construirmos o campo harmônico de Mi m, utilizando como base a escala menor melódica, teremos as tríades: Mi m (i), Fá # m (ii), Sol Aum. (III+), Lá M (IV), Si M (V), Dó # dim. (viº), Ré # dim. (viiº).

- Por isso, ao pensarmos em um campo harmônico menor, devemos ter em mente a escala menor melódica, que compreende todas as alterações, em relação a menor natural. Isso, porém, não quer dizer que devemos seguir apenas os graus de tal escala. As escalas menores harmônica e melódica surgiram para trazer características da escala maior, que não existiam na escala menor primitiva (veremos a fundo em sala).


Para estudar:

http://www.youtube.com/watch?v=ypowI23N4H0


LEMBRETE: Fiquem atentos ao calendário, pois a nossa primeira prova está chegando.

sábado, 22 de setembro de 2012

T3 - E6: Ciclo de quintas



- Agora que aprendemos as escalas menores (e revisamos as escalas maiores), estamos aptos para compreender o ciclo de quintas.
 
- O "Ciclo de Quintas" é um sistema que possibilita a identificação dos sustenidos e bemóis de cada escala maior (e por consequência, menor).

- Se partirmos de uma determinada nota e seguirmos em intervalos de quintas justas ASCENDENTES, chegaremos à uma nota bastante próxima da qual partimos. Por exemplo, partindo do Dó, teremos "Dó - Sol - Ré - Lá - Mi - Si - Fá# - Dó#". Note que, como foi dito, chegamos à uma nota bem próxima da primeira, mas ainda com alguma distância (Dó - Dó # : um semitom). Ou seja, até o momento, poderemos apenas construir algumas escalas, mas ainda não será possível construir ou identificar as escalas de todas as doze notas da escala cromática.
 
- Para suprir essa necessidade, fazemos o caminho inverso: seguimos agora em quintas justas DESCENDENTES. Partindo de Dó, teremos "Dó - Fá - Si b - Mi b - Lá b - Ré b - Sol b - Dó b". Agregando, então, estas últimas notas com as do tópico anterior (quintas justas ascendentes), temos todas as notas da escala cromática, dentro do ciclo. São elas: Dó - Ré b (enamônica de Dó #) - Ré - Mi b - Mi - Fá - Sol b (enarmônica de Fá#) - Sol - Lá b - Lá - Si b - Si.

- Como escrever isso, na partitura? Simples.

                           - À medida que partimos da nota Dó (que não tem acidentes em sua escala) em quintas justas ASCENDENTES, acrescentamos um sustenido no início da pauta, ao lado da fórmula de compasso (ou seja, na armadura de clave). Por exemplo, Depois do Dó Maior, temos o Sol Maior (uma quinta acima), cuja escala tem um sustenido no Fá, então este sustenido é escrito na armadura de clave. Depois do Sol Maior, temos o Ré Maior, cuja escala tem sustenidos no Fá e no Dó, então estes sustenidos são adicionados na armadura de clave, e assim por diante. A ordem de entrada dos sustenidos na armadura é a seguinte: Fá #, Dó #, Sol #, Ré #, Lá #, Mi #, Si #  
 
                           - À medida que partimos da nota Dó (que não tem acidentes em sua escala) em quintas justas DESCENDENTES, acrescentamos um bemol na armadura de clave. Por exemplo, depois do Dó Maior, temos o Fá Maior (uma quinta abaixo), cuja escala tem um bemol no Si, então este bemol é escrito na armadura de clave. Depois do Fá, temos o Si Bemol, cuja escala tem bemóis no Si e no Mi, então estes bemóis são adicionados na armadura de clave, e assim por diante. A ordem de entradas dos Bemóis na armadura é a seguinte: Si b, Mi b, Lá b, Ré b, Sol b, Dó b, Fá b. Note que é a mesma ordem dos sustenidos, escrita ao contrário (é interessante memorizar estas duas ordens, para que o assunto seja entendido mais facilmente).
 

- Como identificar isso, na partitura? Também é simples.

                           - Se você vê que a armadura é composta por sustenidos, basta olhar o último sustenido escrito, que a tonalidade da música se encontra meio tom acima dele. Por exemplo, se você encontra os sustenidos Fá #, Dó # e Sol #, a música estará em Lá Maior (meio tom acima de Sol #).

                            - Se você vê que a armadura é composta por bemóis, basta olhar o penúltimo bemol escrito, pois ele é a própria tonalidade da música. Por exemplo, se você encontra os bemóis Si b, Mi b, Lá b e Ré b, a música estará em Lá b Maior (o penúltimo bemol escrito).  


- E para descobrir as tonalidades menores? Novamente, simples. Já sabemos que toda escala maior tem a sua relativa menor, e vice-versa. Então, uma vez descoberta a tonalidade maior (com o raciocínio acima), a sua relativa menor estará um tom e meio abaixo.  

- Abaixo temos um quadro que demonstra (e resume), graficamente, o ciclo das quintas, como foi explicado neste post. Note que este gráfico também demonstra mais claramente, o por quê de se chamar "ciclo" das quintas.

Obs: Para responder a questão 01 do exercício, o quadro abaixo será de grande ajuda.



 
 
 
- Para estudar:
            
 
 
 
 
           

T2 - E4: Enarmonia


sábado, 15 de setembro de 2012

T4 - E3: Harmonia I (progressão fundamental)

  • Após vermos campo harmônico, somos já capazes de escrever e identificar progressões harmônicas.
  • Progressão harmônica é a sucessão de acordes, arrumados de acordo com o campo harmônico da tonalidade utilizada, de uma forma que haja um caminho com ponto de partida e de chegada, ambos ocupados geralmente pelo seu acorde de tônica.
  • Para montar progressões harmônicas simples é importante conhecer a mais básica das progressões:
  • I - ii - V - I
  • O movimento harmônico mais forte é aquele formado por acordes cujas fundamentais movimentam-se por quintas (ou quartas). No caso do exemplo acima, vê-se o ii seguindo para o V, que está uma quinta abaixo do próprio ii e uma quinta acima da tônica (I). 
  • A partir desta progressão básica, podemos alcançar outras de caminho mais longo, priorizando o movimento por quintas (ou quartas): I - IV - ii - V - I; ou I - IV - viiº - iii - vi - ii - V - I.
  • Note que este último exemplo é o ciclo de quintas ele próprio.
  • O exemplo antes dele prioriza o movimento por quintas, mas utiliza também um movimento por terça (do IV para o ii).
  • Movimentos de acordes com fundamentais em terças são os mais fortes depois daqueles feitos por quintas. 
  • Assim, podemos incrementar nossa progressão harmônica: I - vi - ii - V - I; ou I - vi - IV - ii - viiº - V7 - I.
  • Além disso, podemos sempre pensar ainda em substituição de acordes. Qualquer acorde pode ser trocado por outro acorde do campo harmônico utilizado, basta que tenham no mínimo duas notas iguais em sua composição (por ex.: IV pode substituir ii; vi pode substiuir o I; IV pode substituir o vi): I - IV (no lugar do vi) - ii - viiº (no lugar do V) - vi (no lugar do I); ou I - ii7 (no lugar do vi) - vi (no lugar do IV) - IV (no lugar do ii) - V (no lugar do viiº) - V7 - I. 
  • Como nestes últimos exemplos, não esqueça que os acordes com sétima podem e devem ser utilizados.

Para estudar:
http://www.youtube.com/watch?v=qNAXlUiD2eA
http://www.youtube.com/watch?v=0WDfmSdyfiI
http://www.youtube.com/watch?v=k-_K-Cwf5TI
http://www.youtube.com/watch?v=Y1Uls2CIeHE






sexta-feira, 14 de setembro de 2012

T3 - E3: Escalas Menores

  • Dentro da música tonal, não existe apenas um tipo de escala menor.
  • Existem três: menor natural (ou primitiva), harmônica e melódica.
  • A escala menor natural é aquela construída com as mesmas notas da sua escala maior relativa, começando a partir de seu sexto grau.
  • A menor harmônica é resultado da criação da sensível na escala menor primitiva, alterando o seu sétimo grau para cima.
  • Já a menor melódica é a mesma harmônica com o seu sexto grau também alterado para cima (transformando o intervalo de segunda aumentada -- entre o sexto e o sétimo grau -- em uma segunda maior).
  • Há ainda um detalhe com relação a esta última forma da escala menor: ela sobe com estas alterações do sexto e sétimo grau, mas desce exatamente igual à escala menor natural.

Para estudar:
http://www.youtube.com/watch?v=Ich5bNj5eEw
http://www.youtube.com/watch?v=yMuWqTfWi9I
http://www.youtube.com/watch?v=d3A9jLeDzgw


Página 133 do Teoria da Música, de Bohumil Med (4ª ed.)





T1 - E3: Figuras de Valor

  • Após passarmos pela notação das alturas do som (pentagrama e claves), chega a vez de vermos como funciona a notação do aspecto tempo (essencialmente o ritmo).
  • As figuras de valor não têm um valor de tempo absoluto.
  • Elas são medidas em comparação umas com as outras:
  • Semibreve vale o dobro da mínima, que vale o dobro da semínima, que vale o dobro da colcheia, que vale o dobro da semicolcheia, que vale o dobro da fusa, que vale o dobro da semifusa.
  • Isso equivale a dizer que, por exemplo, cabem duas colcheias no mesmo tempo ocupado por uma semínima, ou oito semicolcheias no mesmo tempo ocupado por uma mínima.
Para estudar:
Página 20 do Teoria da Música, de Bohumil Med (4ª ed.)
http://www.youtube.com/watch?v=NdfD_V0dk4Y
http://www.youtube.com/watch?v=A28lh01IcZw



T2 - E3: Tonalidade / armaduras

  • Armaduras são uma espécie de resumo da tonalidade utilizada numa determinada música.
  • Este resumo encontra-se no início da partitura da música, entre a clave a fórmula de compasso.
  • A armadura quer dizer, no fim das contas, que a escala utilizada naquela música ou trecho (pois a armadura pode mudar no meio da partitura) conta com a presença das alterações nela indicada.
  • Por exemplo, uma música em dó maior, que não tem alterações na escala, também não terá alteração nenhuma em sua armadura. Já uma música em Si bemol maior contará com dois bemóis (si e mi bemol).
  • A ordem de aparição dos sustenidos na armadura é: fá dó sol ré lá mi si
  • Já a dos bemóis: si mi lá ré sol dó fá
  • A dica para identificar a tonalidade de armaduras com sustenidos é contar uma segunda menor a partir da sua última alteração.
  • Já no caso de armaduras com bemóis a dica é ficar atento ao penúltimo bemol da fórmula.
  • Há de se lembrar, ainda, que estas dicas funcionam para achar as tonalidades maiores representadas pelas armaduras. No entanto, cada armadura pode representar duas tonalidades ao mesmo tempo: uma maior e a sua relativa menor.
Para estudar:
Página 105 do Teoria da Música, de Bohumil Med (4ª ed.)
http://www.youtube.com/watch?v=GHzbPJ2euxU
http://www.youtube.com/watch?v=zSpnqICRvKI
   

sábado, 1 de setembro de 2012

T4 - E2 – Tétrades/Campo harmônico com tétrades

  • Tétrades são acordes de quatro sons, também conhecidos como acordes de sétima.
  • Isso equivale a dizer que são tríades acrescidas de uma sétima (maior, menor, aumentada ou diminuta) da tônica do acorde.
  • Outra forma de pensar a formação das tétrades é continuar com a sobreposição de terças (maiores ou menores) que formam as tríades: lá - dó# - mi - sol# é uma tétrade, o acorde de Lá Maior com a sétima maior (ou A7+ nas revistinhas).
  • O funcionamento dos campos harmônicos maiores e menores com as tétrades pode ser entendido como uma extensão da forma dos campos harmônicos feito com tríades.
  • A única diferença é mesmo a adição da sétima a cada acorde de cada grau do campo harmônico, seja ele maior ou menor.
  • Obs.: Na questão 02, nós temos algumas tétrades que estão invertidas. Para resolvê-las, usem o mesmo raciocínio que aprendemos em Teoria III, para a inversão das tríades. Por exemplo, em Lá Maior, o terceiro acorde do exercício é um fá com sétima, e a sua cifra é "vi7 (1ª Inv.)".     

Para estudar:

Página 348 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.)
http://www.youtube.com/watch?v=-M0pNfIFwvM
http://www.youtube.com/watch?v=HwvSnkX4MT4
http://www.youtube.com/watch?v=FsL94vqvM2E

T3 - E2: Inversão de tríades

  • Existem três formas de arrumação das notas de uma tríade
  • A tríade na posição fundamental (PF) tem a própria tônica do acorde como nota mais grave
  • Por exemplo: Ré Maior na PF -> ré - fá# - lá
  • A tríade na primeira inversão (1ª inv.) tem a terça do acorde como nota mais grave
  • Por exemplo: Ré menor na 1ª inv. -> fá - lá - ré
  • A tríade na segunda inversão (2ª inv.) tem a quinta do acorde como nota mais grave
  • Por exemplo: Fá Maior na 2ª inv. -> dó - fá - lá
  • A dica para identificar um acorde invertido (na 1ª ou 2ª inv.) é rearrumar as suas notas de tal forma que se obtenha um acorde na posição fundamental, ou seja, formado por terças sobrepostas. 
  •  Qual o primeiro acorde da questão 01 do exercício abaixo, por exemplo? 
  • Para responder, basta seguir o passo a passo:
  1. Rearrumar o acorde para ficar em terças sobrepostas (só há uma forma): fá - lá - dó
  2. Este é o acorde de fá maior, pois fá é a tônica, lá é a terça maior de fá e dó é a sua quinta justa.
  3. Ok, então o acorde é uma tríade de fá maior.
  4. Como, no exercício, o lá, que é a terça do acorde, é a nota mais grave, então o acorde está na 1ª inv.
Para estudar:
Página 284 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.)
http://www.youtube.com/watch?v=GKHe1iVel8w





T1 - E2 – Linhas e espaços suplementares

  • Linhas e espaços suplementares são uma continuação das linhas e espaços do pentagrama.
  • Servem para escrever notas mais graves ou mais agudas do que aquelas comportadas dentro das cinco linhas e quatro espaços da pauta.
  • A lógica da distribuição das notas continua a mesma, de acordo com a clave escrita.
  • As linhas e espaços abaixo do pentagrama (notas mais graves) são chamados: linhas e espaços suplementares inferiores.
  • Acima do pentagrama (notas mais agudas) são chamados: linhas e espaços suplementares superiores.
Para estudar:
http://www.youtube.com/watch?v=qc0fqMqgCms
Página 14 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.)


T2 - E2 – Tonalidades relativas

  • Escalas maiores representam tonalidades maiores.
  • Uma música na tonalidade de Si bemol Maior, por exemplo, é construída utilizando basicamente a escala de Si bemol Maior.
  • Cada tonalidade maior tem uma tonalidade relativa menor (que se baseia, por sua vez, em uma escala menor – que veremos mais tarde) e vice-versa.
  • As tonalidades relativas são como tonalidades irmãs, e vamos entender, mais a frente, as diversas relações e proximidades entre elas.
  • Por enquanto, o importante é conseguir identificá-las:
Para descobrir qual a relativa de uma tonalidade maior, siga os passos abaixo:
  1. Construa a escala da tonalidade maior em questão.
  2. Identifique o sexto grau da escala.
  3. A relativa da tonalidade em questão será a tonalidade menor representada por esta nota.
  4. Exemplo: qual a relativa de Mi Maior?
  • A escala de Mi maior é (lembre da fórmula de tons e semitons): mi - fá# - sol# - lá - si - dó# - ré# - mi
  • O sexto grau desta escala é a nota dó#
  • Assim, a tonalidade relativa de Mi Maior é Dó# menor (o que equivale a dizer que a relativa de Dó# menor é Mi Maior)
Para descobrir qual a relativa de uma tonalidade menor, por sua vez, siga os passos abaixo:
  1. Pergunte-se: "de qual escala maior a nota que dá nome a esta tonalidade seria o sexto grau?"
  2. Para ter a resposta, basta construir os dois últimos passos da f'órmula da escala maior, a partir da nota em questão: tom + semitom
  3. Isso também equivale a dizer que a relativa de uma tonalidade menor está um tom e meio acima desta.
  4. Exemplo: qual a relativa de Mi bemol menor?
  • Se eu andar um tom e meio acima de Mi bemol, encontrarei a resposta.
  • Mi bemol + um tom acima = Fá
  • Fá + um semitom acima = Sol bemol
  • Assim, a relativa de Mi bemol menor é Sol bemol Maior.
OBS.: há outras formas de descobrir as tonalidades relativas, que são vistas com base em assuntos que veremos no decorrer da disciplina. Que tal experimentar? (cuidado para não confundir!)

Para estudar:
Páginas 133 do Teoria da Música de Bohumil Med (4ª ed.) – há uma explicação sobre tonalidades relativas.
http://www.youtube.com/watch?v=95J6NnLQhJo


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

T3 - E1: Tríades

  • Tríades são acordes de três sons.
  • São formadas pela sobreposição de duas terças.
  • No caso de acordes maiores, uma terça maior e outra menor menor, de baixo para cima.
  • No caso de acordes menores, uma terça menor e outra maior.
  • Outra forma de ver a coisa é pensar que uma tríade maior é formada pela tônica (que dá nome ao acorde), mais a sua terça (maior ou menor) e a sua quinta justa.
  • Na questão 01 abaixo, por exemplo, temos a tríade de Dó Maior no primeiro acorde demonstrado – dó + mi (terça maior do dó) + sol (terça menor do mi e quinta justa de dó).
  • Outros tipos de tríade são ainda possíveis além das maiores e menores (checar tríades diminutas e aumentadas).
Para estudar:
  1. http://www.youtube.com/watch?v=GadkL8Pd5cg (ótimo material do http://tutoriaisemmusica.wordpress.com
  2. Livro Teoria da Música (Bohumil Med, 4ª ed.)
    • Escala maior (p. 100)
      Intervalos (pp. 60–74)
      Inversão de intervalos (pp. 78–81)
      Acordes (p. 172, na 3ª ed.)




T1 - E1: Pentagrama / claves / leitura em clave de sol


  • O pentagrama é o conjunto de cinco linhas e quatro espaços onde se escreve música com notação tradicional. 
  • A clave de sol designa que a segunda linha do pentagrama (de baixo para cima) é a nota sol. Lembrando da ordem das sete notas musicais na escala (dó - ré - mi - fá - sol - lá - si), a posição das outras notas no pentagrama fica fácil de deduzir.
 Para estudar:
  1. http://www.youtube.com/watch?v=PHgWogsL_es
  2. Páginas de 11 a 19 do livro Teoria da Música (Bohumil Med, 4ª ed.)
    • Características da música e do som (pp. 11 e 12)
      Notas, Pauta (pp. 13–15)
      Clave de SOl, Clave de Fá na quarta linha (pp. 16–19)


T2 - E1: escala maior / tonalidade: graus da escala

  • Uma escala é um conjunto de notas com propriedades específicas.
  • A escala maior é um tipo de escala com sete notas que obedece a seguinte fórmula de tons e semitons para a sua formação, a partir da tônica (primeira nota da escala, que se repete uma oitava acima, ao seu final): tom - tom - semitom - tom - tom - tom - semitom
  • Toda escala maior é formada por sete nomes de nota diferentes (cada nota, um grau diferente).
  • Toda escala maior utiliza apenas um tipo de alteração (ou é tudo bemol ou é tudo sustenido; não há mistura).
  • A tonalidade de uma música é indicada, principalmente, pela escala utilizada para construir tal música.
  • Assim, uma música na tonalidade de Fá Maior, utiliza basicamente a escala maior de Fá para construir as suas melodias e harmonias. 
 Para estudar:























  1. http://www.youtube.com/watch?v=nL5ecTTK4KE 
  2. Livro Teoria da Música (Bohumil Med, 4ª ed.)
    • Escalas Maiores (p. 100)
      Semitom , Tom, Alterações (p. 30)

(não esqueça ainda de consultar sempre a apostila da teoria do curso de extensão da UFBA)



T4 - E1: escala geral e abreviaturas

    • A escala geral identifica a oitava de cada nota, além da própria altura.
    • Para tanto, é fundamental conhecer o dó central: 1ª linha suplementar inferior da clave de sol e primeira linha suplementar superior da clave de fá. 
    • Este é o dó central (tanto numa clave quanto em outra – estão a mesma nota na mesma oitava).
    • Existem dois tipos de nomenclatura de oitava para a escala geral: uma que considera o dó central como sendo o dó 3 e outra como sendo o dó 4.
    • obs.: resolva a questão 01 abaixo considerando o dó central como sendo o dó 3. Também se pode utilizar linhas de oitava ou mudanças de clave (escrever a nota na clave de fá ou dó), para responder a questão 01.  

 Para estudar:

  1. Livro Teoria da Música (Bohumil Med, 4ª ed.)
    • Intervalos e inversão (pp. 60–74) (pp. 78–81)
      Escala Maior (p. 100), Escala menor (p. 133)
      Acordes (p. 172, na 3ª ed.)
  2. Capítulo do livro "Curso completo de teoria musical e solfejo"